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sexta-feira, 11 de maio de 2018

Forças do Iran atacam Israel de dentro de território Sírio... Mas a imprensa do Brasil São anti Judeus e vitimiza Síria


Na última madrugada, forças iranianas Al-Quds lançaram 20 foguetes do território sírio contra bases israelenses nas Colinas do Golã, no norte de Israel. O sistema de defesa israelense Domo de Ferro interceptou parte dos foguetes e o resto caiu no próprio território sírio, sem deixar israelenses feridos.
Em resposta, a força aérea israelense (IAF) atingiu dezenas de alvos militares das forças Al-Quds e estabelecimentos militares iranianos em território sírio. Além disso, a IAF atingiu vários sistemas de interceptação aérea das Forças Armadas sírias depois que estas dispararam contra aeronaves israelenses.

A cobertura altamente tendenciosa da mídia

O Globo:
O jornal O Globo elaborou dois artigos sobre o ocorrido: um que Israel atacou a Síria e outro que, vejam bem, Israel acusou o Irã de atacá-lo.
Parece piada que quando Israel é atacado, ele é colocado como o sujeito ativo da manchete, aquele que fez algo. Ao invés de ser descrito como vítima, ele acusou o outro lado de o ter atacado. Mas quando Israel ataca, a manchete não diz “Síria acusa Israel de atacá-la”, ela diz com todas as letras que Israel atacou a Síria.
Além disso, sendo o ataque de Israel uma resposta aos 20 foguetes lançados contra seu território em primeiro lugar, a manchete deste artigo deveria incluir uma referência ao caráter retaliativo do (contra) ataque israelense.
O mesmo problema se repete em diversos jornais. O foco recai majoritariamente na ação israelense descrita apenas como um ataque pelas manchetes, apesar de nas matérias em si estar a explicação de que se trata de uma retaliação a foguetes iranianos.
Já as matérias que falam do ataque iraniano são descritos majoritariamente como acusações de Israel. Isto ocorre na Folha, no Valor Econômico, no Estadão, etc.
UOL:
Onde estão as manchetes falando da defesa israelense que interceptou foguetes iranianos?
A Síria não precisaria usar sua “defesa” se não abrigasse forças de outro país comprometidas com a destruição de Israel, e permitisse o ataque destas forças ao seu vizinho.
Uma simples busca mostra o viés jornalístico que basicamente se concentra em apenas uma parte da história. Vejam a disparidade entre matérias que falam de um ataque israelense ao Irã na Síria e matérias que falam em um ataque iraniano no “Golã” (não contra Israel ou israelenses).
Exame Online
No caso da Exame, a manchete diferencia atacante de atacado, mas erra em geografia.
A menos que a revista tenha tido o intuito de dizer de onde o Irã disparou os foguetes, as posições israelenses são em Israel, na parte israelense das Colinas do Golã. Uma frase muito mal elaborada que deve ser corrigida.
Além de tudo isso…
A cobertura televisiva dos acontecimentos – As manchetes resumem o que foi apresentado:
Não é a toa que Israel é tido como vilão. Onde estão as manchetes dizendo claramente “Irã ataca Israel”, “Forças iranianas atacam bases israelenses”, “Mísseis iranianos são disparados contra Israel”, “Defesa israelense intercepta foguetes iranianos”? Elas simplesmente não estão, pois elas não são dignas de destaque pela mídia. A mídia quer a reação israelense, para torná-la numa ação que possibilite vitimizar o outro lado.
Coberturas como as deste episódio continuarão em outros episódios. E Israel continuará usando todas as medidas legítimas para proteger o país e seus cidadãos.
Resta a nós mostrarmos à mídia os resultados da sua irresponsabilidade e tentar mudar este cenário.

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